Objetivos e público alvo
O projeto busca realizar formações em justiça climática, direitos territoriais e agroecologia. Também prevê a implantação de mandalas agroecológicas, oficinas de comunicação popular e um núcleo de monitoramento climático comunitário. O público prioritário envolve famílias quilombolas, com foco em mulheres, jovens e lideranças locais.
Contexto
O Quilombo Terra Dura e Coqueiral, em Capela (SE), reconhecido oficialmente em 2024, enfrenta a lentidão da regularização fundiária, racismo ambiental e os impactos severos da emergência climática, que ameaçam a agricultura de subsistência e a segurança alimentar. As mulheres quilombolas, que acumulam responsabilidades produtivas e familiares, lideram a resistência. Nesse cenário, o projeto surge como resposta coletiva para adaptação climática, defesa territorial e fortalecimento cultural.
Sobre a Organização
A Associação Comunitária da Comunidade Remanescente de Quilombo Terra Dura e Coqueiral atua na defesa de direitos, soberania alimentar e justiça climática. Liderada por mulheres negras, a entidade promove ações culturais, agroecológicas e de formação política, articulando-se em redes como a CONAQ e com instituições públicas. Com cerca de 200 famílias quilombolas, a associação se consolidou na resistência, protagonismo feminino e preservação do bioma Caatinga, unindo ancestralidade e cultura.


























