Objetivos e público alvo
O projeto estrutura a segurança integral da ADJC para enfrentar o monitoramento e as ameaças no Sertão Sergipano. A iniciativa promove diagnósticos participativos, protocolos de proteção física e digital e capacitação jurídica para lideranças. O público são comunidades quilombolas, agricultores familiares e jovens na linha de frente da defesa territorial.
Contexto
As comunidades quilombolas do Sertão de Sergipe enfrentam um cenário de conflitos fundiários e vigilância. Lideranças locais sofrem intimidações, monitoramento digital e processos judiciais abusivos que tentam silenciar sua luta. A dispersão geográfica e a ausência de recursos para equipamentos de segurança aumentam o isolamento e o risco. A ADJC, por sua atuação direta na defesa da terra, também se tornou alvo de perseguições e ameaças constantes.
Sobre a Organização
Fundada há mais de uma década, a Associação de Desenvolvimento do Jacaré Curituba (ADJC) é uma força de base. Sediada em Poço Redondo, a organização atua na promoção do desenvolvimento sustentável e na defesa de quilombolas. Composta majoritariamente por pessoas negras e lideranças tradicionais, a ADJC reflete a diversidade do território. A instituição utiliza a agroecologia e a economia solidária como ferramentas de resistência e soberania alimentar.


























