Objetivos e público alvo
O projeto visa implantar um Sistema Agroflorestal (SAF) e desenvolver o Turismo de Base Comunitária, promovendo sustentabilidade, geração de renda e resiliência climática. O público prioritário são os moradores do território quilombola do Abacatal, com foco em jovens, mulheres e agricultores familiares.
Contexto
O território quilombola do Abacatal, localizado em Ananindeua, região metropolitana de Belém, enfrenta degradação ambiental, insegurança alimentar, racismo ambiental e impactos da crise climática. Grandes empreendimentos também ameaçam a biodiversidade e a permanência da comunidade. Como proposta, há uma busca por recuperar áreas degradadas, fortalecer a economia local com turismo comunitário e gerar soluções inovadoras, que combinam saberes tradicionais e tecnologia.
Sobre a Organização
A Associação dos Moradores e Produtores Quilombolas do Abacatal é formada por lideranças quilombolas, jovens e mulheres, atuando na defesa do território, cultura e sustentabilidade ambiental e integra redes locais, regionais e nacionais, como MALUNGO, GMB, Caritas Brasileiras, UFPA e UEPA. A coordenação é composta por 10 membros que gerenciam programas comunitários, finanças, patrimônio e comunicação e todas as ações são construídas coletivamente.


























