Objetivos e público alvo
O projeto visa institucionalizar a segurança integral de agentes culturais e defensores de direitos humanos no centro de São Paulo. A iniciativa promove diagnósticos participativos, protocolos de autoproteção e formações em segurança digital, jurídica e psicossocial. O público prioritário abrange a população em situação de rua, usuários de drogas, artistas periféricos e a comunidade LGBTQIAP+ da região da Luz.
Contexto
A organização atua no epicentro da “Cracolândia”, território marcado pela negligência estatal e pela violência sistemática das forças de segurança. Agentes do Instituto enfrentam agressões físicas, intimidações e impedimento de atividades humanitárias por parte de órgãos municipais e estaduais. O cenário de ameaça escalou com episódios graves de violência institucional contra a liderança trans da organização e ataques a coletivos parceiros.
Sobre a Organização
Fundado formalmente em 2018, o Instituto Luz do Faroeste é herdeiro de duas décadas de resistência cultural. Liderada por uma presidenta trans, a organização utiliza a arte, o circo e o suporte jurídico para irradiar dignidade em territórios vulnerabilizados. Com estrutura pautada pela equidade racial e de gênero, o grupo mantém redes sólidas com coletivos de redução de danos e movimentos sociais. Sua atuação integra o combate à fome com a promoção de festivais de visibilidade trans e emergências climáticas.


























