Objetivos e público alvo
O projeto busca a participação política de trabalhadoras sexuais na formulação de políticas públicas. Focada em mulheres trans, negras, egressas do sistema prisional e em situação de rua, a iniciativa promove inclusão por meio de formações em cidadania digital e segurança de dados em plataformas virtuais.
Contexto
No Distrito Federal, a precarização do trabalho informal ganha complexidade com a migração de profissionais do sexo para plataformas e aplicativos virtuais. Sem vínculos formais ou redes de proteção, essas trabalhadoras enfrentam o controle algorítmico e a exposição constante a golpes e desinformação. Esse cenário de desamparo legal se agrava pela ausência de reconhecimento previdenciário efetivo e pelo estigma que historicamente bloqueia os canais de diálogo com o Estado.
Sobre a Organização
A Rede é composta e gerida predominantemente por mulheres trans, negras e trabalhadoras sexuais. Colabora com equipamentos públicos de saúde e assistência, além de manter interlocução com a Universidade de Brasília (UnB) e com o Ministério Público. A presença é integrada a frentes de defesa de direitos, como a Rede de Feministas Antiproibicionistas no Brasil e a Red de Mujeres Trabajadoras Sexuales de Latinoamérica y el Caribe.


























