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    Direito das Mulheres

    7 projetos que lutam pelos direitos das mulheres que você deveria conhecer

    Nos últimos dois anos, 36 organizações lideradas por mulheres foram apoiadas pelo Fundo Brasil, resultando em R$ 1.800.716,50 destinados aos direitos femininos
    Bárbara Diamante
    27/02/2026
    9 min
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    De acordo com os dados recentes do IBGE, 51,5% da população brasileira é feminina. São cerca de 6 milhões a mais em comparação com os homens. Em contrapartida, somente 39,3% dos cargos gerenciais são ocupados por mulheres. O Fundo Brasil apoia, em todo o país, organizações que se esforçam dia após dia para, cada vez mais, mudar essa realidade e inserir mulheres no papel de protagonistas. 

    Entre as iniciativas estão projetos de enfrentamento à violência de gênero e promoção da autonomia econômica, considerando sempre as interseccionalidades que envolvem específicamente cada mulher. 

    Se encaixam nesse tipo de apoio iniciativas como a Marcha das Mulheres Negras e à Marcha das Mulheres Indígenas.

     

    Neste 8 de março, Dia Internacional das Mulheres, o Fundo Brasil te convida a conhecer alguns dos grupos apoiados que tem como temática prioritária a defesa do direito feminino.

    Direito das mulheres negras:

    Em novembro de 2025, com o apoio cedido pelo FMA, a organização esteve na Marcha das Mulheres Negras / Foto: Reprodução Instagram @grupo.malunga

    Fundado oficialmente em 1999, o Grupo de Mulheres Negras – Malunga é formado por feministas negras que sentiram a necessidade de se expressar com a própria voz. A sede está localizada na cidade de Goiânia/GO, onde se reúnem com o objetivo de atuar no combate ao racismo, à LGBTQIAPN+fobia, à intolerância religiosa e ao sexismo.

    Desde então, atuam na promoção da pauta antirracista, visando a inclusão das mulheres negras na sociedade. Em 2024, foram apoiadas pelo Edital Enfrentando o Racismo a partir da Base que resultou em incidência política, mobilização social e formações.

    Com o apoio, realizaram atendimentos psicológicos à mulheres em situação de vulnerabilidade, participaram ativamente na construção de políticas públicas, estando presentes em conselhos municipais, estaduais, regionais e nacionais e promoveram formações, como as voltadas para o enfrentamento ao racismo e à intolerância religiosa. Ao todo, foram beneficiadas – direta e indiretamente – mais de 2.600 pessoas.

    Direitos das mulheres de comunidades extrativistas:

    Foto: Reprodução Facebook - Rede de Mulheres

    Foto: Reprodução Facebook – Rede de Mulheres

    A Rede de Mulheres de Comunidades Extrativistas Pesqueiras da Bahia faz parte de uma Unidade de Conservação com 100 mil hectares, localizada entre os municípios de Una, Canavieiras e Belmonte. Essas são áreas de Reservas Extrativistas (RESEX), ambientes de conservação, que protegem tanto a natureza quanto os meios de vida de pessoas que dependem do extrativismo sustentável.

    Nesse território mais de 16 comunidades, compostas por pescadoras, marisqueiras e agricultoras familiares, vivem em meio à conflitos contra empresários da carcinicultura e da pecuária, que se alastram nos entornos da Resex. Todos esses fatores colocam em risco os manguezais e os ecossistemas associados.

    A Rede foi criada em 2009 e estabelecida em 2010, com o apoio da ONU Mulheres. Há mais de 15 anos, implementam estratégias coletivas de empoderamento feminino no meio da pesca, buscando inserir pessoas do sexo feminino em espaços de tomada de decisão. 

    Em 2024, foram apoiadas pelo Edital Comunidades Tradicionais Lutando por Justiça Climática que possibilitou a realização de oficinas de formação e a criação de uma rede de proteção e monitoramento climático autônomo – implementado e gerido por mulheres jovens. Hoje, a Rede atua diretamente com cerca de 700 mulheres e indiretamente com mais de 1.000.

    Direito das mulheres indígenas:

    Foto: Reprodução Instagram @amotiabrasil

    Foto: Reprodução Instagram @amotiabrasil

    A Terra Indígena Apucaraninha está localizada na região Sul do Brasil, na Mata de Araucária. Apesar da grande degradação, a região é a maior área de preservação ambiental nas proximidades de Londrina. E é nesse território que vivem os indígenas da etnia kaingang.

    A Associação de Mulheres Originárias da Terra Indígena do Apucaraninha – AMOTIA surge em 19 de agosto de 2023 com o objetivo de, além de manter a área preservada, sensibilizar mulheres para demandas voltadas à equidade, combate à violência de gênero e doméstica, promoção de saúde e geração de renda do território.

    Em 2024, receberam apoio através do Edital Povos Indígenas Lutando por Justiça Climática que possibilitou o fortalecimento da luta pelos direitos territoriais e culturais, que já defendiam muito antes de se nomearem como coletivo. Com o apoio do Fundo Brasil, preservaram e regeneraram a floresta, em especial ao elemento básico da alimentação da comunidade: o pinhão. 

    Ao decorrer do projeto, 3 aldeias foram beneficiadas diretamente e mais de 2.100 pessoas foram impactadas.

    Foi a partir do FMA do Fundo Brasil que entre os dias 2 e 8 de agosto de 2025, a organização levou uma delegação de 30 participantes da organização à Marcha das Mulheres Indígenas, em Brasília. Lá, puderam se fortalecer politicamente e ampliar o diálogo com outras organizações.

    Direito das mulheres quilombolas:

    Foto: Reprodução Instagram @ass.mulheresjongueiras

    Foto: Reprodução Instagram @ass.mulheresjongueiras

    O território quilombola de São Cristóvão e Serraria fica no Espírito Santo, em uma região denominada Sapê do Norte. O quilombo foi reconhecido pela Fundação Palmares em 2006, mas até hoje luta pelo acesso do local.

    Localizada na região da Bacia do Rio Doce, a área é marcada por um histórico de exploração econômica predatória, incluindo mineração, monoculturas e a construção de barragens, impactando diretamente no modo de vida das comunidades ali presentes.

    A Associação de Mulheres Jongueiras Quilombolas de São Cristóvão é composta inteiramente por mulheres quilombolas – sejam elas agricultoras, mães, filhas, estudantes, educadoras e/ou cuidadoras. 

    Ser uma mulher jongueira é ser uma guardiã de saberes. E é com base nessa preocupação, em manter os saberes tradicionais vivos, que a organização surge.

    Com o apoio cedido pelo Edital Promoção e Defesa de Direitos Humanos na Bacia do Rio Doce (2025), puderam dar continuidade ao legado ancestral, que estava sendo esquecido, principalmente pelos mais jovens. Construíram, então, os chamados quintais de cura. Esses são espaços em que são cultivadas ervas medicinais, que resultam em produtos como o óleo de dendê e o beiju, sendo o segundo um dos pilares da culinária do território. 

    O papel feminino é essencial na produção desse alimento, já que são as mulheres que lideram a produção e, através dela, conseguem contribuir para a sobrevivência dos parentes na comunidade.

    Direitos das mulheres trabalhadoras:

    Foto: Reprodução Instagram @camponesasdolavrado

    Foto: Reprodução Instagram @camponesasdolavrado

    Localizada no Lavrado de Roraima, região do extremo norte da Amazônia, a Associação de Mulheres Camponesas do Lavrado (AMCL) foi criada com o objetivo de fortalecer a autonomia e o protagonismo das agricultoras familiares.

    A organização, fundada informalmente há mais de 3 anos e oficializada tempos depois, é liderada por trabalhadoras do campo que são impactadas diretamente pela precarização e informalidade do trabalho. Os principais objetivos são reduzir as vulnerabilidades dessas mulheres e criar uma rede de apoio.

    Em 2025, tiveram o projeto aprovado por meio do Edital Fortalecendo Trabalhadores Informais na Luta por Direitos, linha de apoio que faz parte do Labora – Fundo de Apoio ao Trabalho Digno.

    As ações principais giram em torno de práticas agroecológicas e sustentáveis que respeitem, tanto os ecossistemas locais, quanto os saberes tradicionais. Ao mesmo tempo, essas atividades geram renda às mulheres do campo. Para efetivar esses objetivos, realizam encontros comunitários visando a troca de experiências, criam debates e desenvolvem formações voltadas aos direitos trabalhistas, organização sindical e participação política. 

    Direitos das mulheres periféricas:

    Foto: Reprodução Facebook - Sargento Perifa

    Foto: Reprodução Facebook – Sargento Perifa

    A comunidade Córrego do Sargento está localizada na Linha do Tiro, bairro da zona norte do Recife, que possui quase 15 mil habitantes, onde mais da metade (54,4%) são mulheres. O território é permeado por violência policial, violência doméstica, silenciamento, deslizamentos de barreiras, falta de acesso à saúde mental, insegurança alimentar. Em todos os casos, a maioria atingida são pessoas do sexo feminino. 

    O Coletivo Sargento Perifa, idealizado por uma mulher negra, jornalista e moradora da Linha do Tiro, surge em 2020 para analisar e reverter dados como esses. Em 25 de julho de 2023, é criada a Rede de Mulheres e Meninas do Perifa: projeto que visa estimular a participação popular e promover a implementação de políticas públicas que garantam maior representatividade feminina na política e no mercado de trabalho.

    Em 2025, receberam apoio do Fundo Brasil através do Edital Geral – Democracia e Direitos: Construindo o Futuro com Justiça e Igualdade. Por meio dele, puderam fortalecer a Rede e, também, dar continuidade a atividades como os encontros de moradoras, em que discutem temas como os direitos das mulheres na mídia e a forma que ela molda percepções e estereótipos de gênero. 

    O coletivo é um espaço aberto para uma produção colaborativa das participantes e estimula o fortalecimento do território por meio de comunicação, seja ela online ou offline.

    Direito das mulheres à proteção social:

    Foto: Reprodução Instagram @casa8demarco_to

    Foto: Reprodução Instagram @casa8demarco_to

    Em 1998, Tocantins passava por um cenário de impunidade em relação à violência contra as mulheres. Naquele mesmo ano, foi fundada a Casa 8 de março, também conhecida como Encamto – Entidade Casas da Mulher no Tocantins. 

    Inaugurada oficialmente no dia 8 de março daquele mesmo ano, a organização busca até hoje oferecer assistência e atendimento psicológico a mulheres cis e trans, em especial àquelas em situação de desemprego e marginalização social, mães solos, vítimas de violência e adolescentes grávidas.

    A organização, apoiada pelo Edital Segurança Integral de Defensoras/es de Direitos Humanos: Apoiando a Linha de Frente em Defesa da Democracia (2025), conta com cursos voltados ao empoderamento das mulheres periféricas, trabalho de formação sobre gênero, saúde, direitos reprodutivos e sexuais e comunicação popular. 

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